Sou um trapo rasgado e sujo
Em uma casa velha e esquecida,
Largado em um canto escuro.
O que havia de vida aqui?
Para que servi?
Alguém um dia limpou a vidraça
E viu um casal de pássaros e sonhou...
Trouxe a papéis vívidos sonhos
Escritos em linhas poéticas
E alguém se apresentou,
Uma ilusão.
Oxalá fosse verdade
O que se escrevia ali,
O tempo passou
É hoje, aqui, não há mais nada.
Um amor não vivido,
Um canto esquecido.
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