E tudo se estilhaça.
É como um vaso de barro arremeçado com força
E ninguém pode reunir os pedaços.
Nada mais que um olhar desamparado,
Perdido e orfão,
Chorando entre os escombros
De um mundo sem sentido.
Terra de ninguém,
Cidade fantasma...
Quem diria o que se viu aqui,
De bonito, ou de extrema vulgaridade e horrível?
Quem daria um centavo
Por esse roto e maltrapilho pano?
Abandonado, empoeirado...
No entanto, alguém se importou.
E as lágrimas viraram um rio
Misturadas com vida.
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