Tem vezes que sinto como se não tivesse força alguma, como se não fosse conseguir viver e que minha vida aqui nessa Terra não tem propósito algum, que ela irá passar sem propósito. Embora aqui ou ali eu tenha feito a vida de alguém alegre, também devo ter feito decepção, tenha causado decepções. Sou isso, um ser humano, talvez mais afortunado que alguns e mais desafortunado que outros.
Quem aguentaria a vida debaixo desse sol, se Eclesiastes chega a considerar mais felizes aqueles que já morreram do que aqueles que ainda vivem, e melhor que ambos é aquele que ainda não nasceu que ainda não viu as injustiças desse mundo (Eclesiastes 4). Em vão nos inquietamos (Salmo 39:6). Eu sei que nada sei sobre o amanhã, apenas gostaria que ele fosse melhor que hoje, que houvesse mais sorrisos no lugar das lágrimas que derramamos às escondidas.
Sou uma sombra, um vapor, um hiato no tempo e no espaço. O que esperar de tão pouco tempo nessa vida, assistindo a uma ampulheta cada dia mais cheia de areia em sua base, e vendo que parece ter sido vão.
Meu humor não colabora enquanto escrevo, talvez esteja vendo o meio copo vazio, talvez amanhã veja com outra perspectiva, pode ser que sim, esperarei que sim...
Deus abençoe e seja sempre misericordioso conosco, lembre que somos pó (Salmo 103:14)...
Quando alguém escreve coisas de sua alma expressando-as num papel, expressando-as num texto, se vê num espelho. Essa é a razão desse blog chamar-se Espelho de Tinta. Deixe um comentário seu e obrigado pela visita.
6 de outubro de 2021
Meio copo vazio?...
27 de março de 2021
Coragem
29 de agosto de 2020
Ainda procurando?...
É, ainda procuro seu sorriso
Para completar a luz
De um dia ensolarado
Um dia, para ser meu e seu
Na praia, sob a luz da lua
E a benção de Deus
Parece que de novo
Bati na porta do coração
Que não podia me atender
Porque não era do jeito
Que se esperava
Pergunto agora
Onde está você?
Que eu saiba te encontrar
Com a ajuda de Cristo
Para sermos um e um Nele.
É só o que posso pedir
E me esforçar para não me entristecer
Sabendo que me esperas
Assim como eu quero sempre te esperar
E finalmente encontrar o abraço
E os carinhos que sempre procurei
17 de agosto de 2020
Sepulcros
Nossa vida não é nada
Pretendemos que ela seja algo
Mas não é
Somos tirados do pó da terra
E para lá tornaremos
A nossa vida, nossos atos
Serão nada, quem sabe uma lembrança vaga
Nos cemitérios que voz é ouvida?
Nenhuma.
São sepulcros calados
Que no entanto dizem:
Que vida levas?
6 de agosto de 2020
Gravidade
Cada tempo desperdiçado
Me sinto em cacos
Um vaso de barro estilhaçado no chão
Eu me sinto assim
Fora das formas possíveis
Distorcido
Cada dia que me sufoco em minha solidão
Que sinto meu coração apertar
Queria estar a muitos quilômetros daqui
Sozinho e perdido no espaço sideral
Já que fiz mal a mim fazendo o mal
Que desconheço tanto o bem
Talvez estivesse melhor
Longe de tudo que possa me fazer pensar
Olhando alguma estrela distante
E todos seus anos de vida
Passarem por meus olhos
Vê-la condensar-se em toda sua gravidade
Se tornar uma anã branca
Morrer
Um dia não vou existir
E todos meus dias serão como sempre foram
Nada, vaidade,
Que vida foi tão diferente da minha?
Que solidão que dói em mim?
Sei que existe um Deus no Céu,
Que prometeu estar comigo,
Mesmo assim me sinto sozinho,
Sentindo que seria bom,
Estar longe e comigo,
Para, de alguma forma,
Me condensar,
Na gravidade solitária,
Do meu coração.
17 de julho de 2020
O problema do dom-juanismo por Emil Cioran / "e serão ambos uma só carne." Mc. 10:8
O Dom
Juan não se satisfaz com uma mulher apenas. No entanto, o plano de Deus para
homem e mulher é a realização no casamento. “Aquilo que uniu Deus, não separe o
homem.” (Mateus 19:6)
Não
sei, talvez o problema exposto por Cioran seja o da multiplicidade. Como há uma
infinidade de coisas, um infinito para nós, queremos a multiplicidade,
experimentar a vida intensamente. Nada há de errado nisso, desde que seja
legitimamente.E este é outro problema: O que é legítimo? Penso que tudo que não afete o outro de forma a causar nele prejuízo, mas isso é assunto para outro texto.
O
problema do Dom Juan é que ele não consegue ver em uma só mulher a capacidade
do múltiplo infinito do mundo, já que ela será o ser ao qual será seu amor
direcionado, buscando a síntese em uma só pessoa, ou seja, a univocidade. Seria isso possível?
Cioran diz que aquele que ama várias mulheres não ama nenhuma, pois seu amor
vai embora assim que se satisfaz e volta a ter desejo por algo novo, uma nova
aventura.
O problema do desejo insatisfeito na multiplicidade da vida está nos filósofos antigos, está em Agostinho, por exemplo, que lança a felicidade, a completude, nos braços de Deus. Nada mais correto a ser feito! Porém, tudo que provém de Deus é satisfatório e consistente, o próprio Agostinho fala da frugalidade, que é ser frutífero, que é ter consistência, que é proceder do Ser que é Deus, que é o Sumo Bem. Logo, aquilo que procede de Deus é bom e duradouro. Não é o próprio Deus, mas sendo procedente dele, pode ser usufruído com graça no coração, assim como quando comemos um fruto e o saboreamos, e, por ele, agradecemos.
Não há satisfação na multiplicidade dispersa, mas na união da multiplicidade com o uno que é o Deus único e trino.
João Batista disse que o homem (um ser humano) não pode ter coisa alguma se do céu não lhe for concedido. (João 3:27) Ou seja, voltamos à questão da frugalidade de Agostinho, tudo que procede de uma raiz santa é santo, tudo que procede de Deus é santo, bom e digno de ser usufruído com graças a Ele. Assim também o conhecemos, e conhecer a Deus é um processo contínuo.
O texto de Emil Cioran, em Os cumes do desespero:
“O amor, quanto mais intenso e concentrado, mais se limita em extensão, mais exige um caráter individual e único. Assim acontece que as grandes paixões descobrem o absoluto numa mulher, que, na mais reduzida análise, mal pode salvar sua própria existência biológica. Considerado de fora, o amor é tão absurdo que não pode ser apreciado senão por uma absurdidade. Por isso, sobre o amor não se podem emitir considerações, mas apenas espantos.
Dentre milhões de mulheres devo escolher uma só, limitar-me a apenas uma? Seria necessário que ela fosse a cada momento outra, capaz de tanta transfiguração, que ressurgisse nova e improvável. Quantas pessoas tem paixão tão grande, para a cada momento ver luzes novas e encantos modificados? A mulher é uma criatura de parcas possibilidades, ela não resiste às exigências de um homem torturado, para quem o amor é apenas uma forma de realização de vida. É necessária uma paixão imensa como a imbecilidade para poder amar uma só mulher. Ao sentirmos porém a insuficiência de todas as formas de vida, quando nos satisfaz apenas o que é desvio que cresceu paradoxalmente e se desenvolveu com exagero, que mais podemos encontrar numa só mulher? Ao decidirmos trocar de mulher, diante da recusa de surpresas psicológicas é impossível não sermos enfeitiçados pelo jogo de fisionomias, pela diversidade de expressões, é inevitável buscarmos apaixonados um mistério psicológico – que jamais encontramos, por não existir. A sensibilidade feminina é demasiado periférica e receptiva para dispor dos recursos inesgotáveis de um mistério. O encanto absurdo do amor autêntico, do amor intenso, é o de encontrar mistério numa só criatura, descobrir – ou melhor, inventar – um Infinito numa existência individual de uma desconfortante finitude.
Ama várias mulheres quem não pode amar. O dom-juanismo é a vantagem e o defeito daqueles que se desentenderam com Eros, mas que ainda têm suficientes reservas de vida para não chegar à impotência psíquica ou erótica. A necessidade de variar os aspectos do mundo, gerada por um tédio orgânico, leva, no terreno do amor, ao dom-juanismo. Todos os homens que levaram a vida interior aos seus últimos limites, que se desesperam pelo sentido da vida e que se torturam nos cumes, tornam-se fatalmente um Dom Juan, assim como seus antípodas, homens estreitos, desprovidos de vida interior, com capacidades extremamente reduzida de sentir e compreender. A vida apresenta essa estranha dualidade de reunir na realização exterior dois tipos opostos de pessoas: os deficientes e os demasiados. É necessário um sentido psicológico para perceber se alguém chegou a essa respectiva forma de vida por demasia ou por debilidade. Um pode ser viciado e imoral por deficiência, outro por excesso; um pode chegar ao desespero por incapacidade, por falta de resistência e inteligência, outro por excesso de problemática e interioridade.
As pessoas se equivocam ao situar no mesmo plano de vida
anímica todos os homens que se parecem, por fora e na aparência, em suas realizações.
O dom-juanismo é interessante e sintomático apenas naqueles em que ele surge
como fruto do desespero, de uma reflexividade e de preocupações íntimas demasiado
intensas. Nos cumes do desespero, quem não é dom-juan não assimilou organicamente
o desespero, não viveu intensamente os estados limítrofes, os ardores e os consumos
supremos, mas experimentou-os artificialmente, como num vago pressentimento.
Ser um homem de grandes solidões significa amar todas as mulheres. E amar todas
as mulheres significa não amar nenhuma. Os que fazem a filosofia da vida não
passam de diletantes do Eros, que depositam demasiada paixão nos problemas da
vida para ainda terem alguma paixão pelos seus aspectos. Nos cumes do desespero,
a superficialidade no amor é uma superficialidade profunda.” (pág. 142 – 144/ CIORAN,
Editora Hedra)
Eu
sempre recomendo que uma pessoa leia o autor e tire suas conclusões pessoais do
que lê. Receio causar injustiça ao autor ao colocar no texto um significado
que ele não quis colocar ali. Todavia, não posso deixar de ver duas coisas no
texto do Cioran: a pluralidade e a univocidade. A pluralidade é a dispersão do
homem relativa ao amor, a univocidade é a concentração desse amor em uma mulher
apenas.
Toda mulher vítima de um Dom Juan, quer ser apenas amada por ele, não
quer rivais, toda sedução capaz de ser realizada por um Dom Juan precisa ser
concentrada nela. O infinito se manifesta na pluralidade da existência, nas
várias mulheres que o Dom Juan quer possuir, porém, aquele que conquista apenas
uma mulher e a quer todo dia nova, todo dia mais bela, se esforçará para ver
nessa mulher todo o infinito, toda pluralidade, inventar nela, se necessário for, o mistério. Ainda que ela não seja capaz de muita
transfiguração, como diz Cioran, o homem se esforçará em seu amor para conseguir
ver, nela, o amor que procura.
O
homem que conquista a mesma mulher todos os dias, se dispõe a um esforço que só
pode ser advindo de um amor terno e insistente, que só pode ser visto no modelo
de amor descrito na Bíblia Sagrada, exposto pelo apóstolo Paulo, o amor entre
marido e mulher, recorre à figura de relacionamento entre Cristo e a Igreja, e
nesse sentido o amor do homem sobrepõe a tão somente o amor erótico, ele é amor
ágape, amor que luta pela preservação e proteção, amor redentivo. É necessário
apenas que leiamos o texto da carta de Paulo aos Efésios.
“Te
desejo muito além do prazer...” Roupa Nova
Existe o dom-juanismo feminino, mas não estudei o bastante para falar. E na questão da fragilidade emocional, todos nós somos frágeis, tanto homens como mulheres estão sujeitos ao tipo sedutor que os faça sofrer por amor. Todo filósofo(a) deve ser visto, ao meu ver, como filho(a) do seu tempo.
"E serão ambos uma só carne."
"porém, desde o princípio da criação, Deus os fez homem e mulher.Por isso, deixará o homem a seu pai e mãe [e unir-se-á a sua mulher], e, com sua mulher, serão os dois uma só carne. De modo que já não são dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem." Marcos 10: 6 - 10 NAA
16 de julho de 2020
Gratidão
15 de julho de 2020
A máquina
Porque o ódio me circunda
Esse mundo tem que ser diferente
E tudo tem de ser sentido como oposto
De tudo que deveria ser
Até eu me sinto estranho a mim
Com esse ódio circundante e ácido
Corroendo minha carne
E minha alma
Sou nada aqui
E quem se importa
Sou alguém feito na máquina
Mas alguma coisa quer em mim transcender
Isso tudo que se repete
Na linha da produção da existência
Linha de produção da existência
Saindo igual
Linha de produção
Existência sem significado
Produtos para serem consumidos
Reciclados
É assim, o ódio do aço e da pedra
Do dia esquecido e marcado no ponto
Marcado no ponto
Repetido até a exaustão
Pra começar de novo
Na linha de produção
Repetindo
Como o sol que se repete em sua aurora
Nada de novo
Força para comer
Comer para força
Até exaurir
E morrer
Sem beijos
Sem paz
Que se pode ouvir senão um clamor?
Salve-nos dessa escravidão rigorosa
Seja contra a mão daquele que nos oprime,
Daquele que se alimenta
Do nosso suor
Para se banquetear
Enquanto lutamos pelo mínimo
Feitos para a vaidade
De um tempo que sempre se perde
E se esvai no próprio tempo
Frutos da máquina
Nos tornamos um com ela
Hoje não é dia para beijos carinhosos de namorada
Hoje acordei sendo odiado.
Mas não quero odiar
Ajuda-me ó Deus,
A ser como o sândalo,
Que perfuma o machado que o fere.
14 de julho de 2020
É sobre estar sozinho.
Apesar de Jesus dizer que nunca nos deixaria sós, nunca nos abandonaria, eu me sinto só, sinto falta de uma companhia. Para compartilhar minha vida, meus sonhos e frustrações... Não é ingratidão quanto aquilo que Jesus fez por mim, pois quero ama-lo para sempre, porque no fundo fui criado por ele, e para ele e sou dele, fui comprado pelo sangue dele para ser dele para sempre. Isso não mudará, pois ninguém pode me arrebatar das mãos dele, como diz em João 10, e nada me separará do amor dele, como diz em Romanos 8. Mas, talvez, eu me sinta sozinho como Adão, quando nomeou a criação de Deus e para ele não se achava companhia. Eva estava dentro dele. Deus o fez cair em um profundo sono e trouxe-lhe Eva, ele ficou gamado, "esta é ossos dos meus ossos e carne da minha carne".
Eu me sinto triste por não ter alguém em meus braços para amar, para abraçar, para encher de beijos e carícias, para desfalecer de amor com esta pessoa.
Mas isso vai passar, nada como um dia após o outro e o Senhor Jesus sabe o que sinto e cuida de mim, é isso que me consola, sempre.
Deus é fiel.
"And you're the answer to my prayers from up above..."
Sonhar com você
Que contemplar a tua bela face
Você pode não saber, o quanto lhe acho linda
Mas os dias passam, e estou longe de ti
E de todo sonho que posso sonhar
De estar contigo
E que tenho colocado diante de Deus
Por mais que você ria
Quando lhe digo coisas semelhantes
Sei que meu sentimento é sincero
E, quem sabe, a gente se encontre
E se ame
Sonhar ainda é de graça
E sonho em estar com você
Sonhar acordado
Que seja, um dia, fato
Um sorriso
Um carinho
E desfalecermos de amores
13 de julho de 2020
GÁLATAS 5:1 EM DIANTE - CHAMADOS PARA SER LIVRES E ESCRAVOS DE JESUS CRISTO
A PRÓPRIA ESCRITURA SAGRADA DIZ QUE NÃO RECEBEMOS UM ESPÍRITO DE ESCRAVIDÃO PARA OUTRA VEZ ANDARMOS EM TEMOR. (ROMANOS 8:15)
TEM MUITA COISA QUE CRISTÃOS VÊEM COMO PECADO E NÃO TEM NADA DE PECADO.
SÓ EXISTEM DUAS COISAS PECAMINOSAS QUE A BÍBLIA CONDENA:
- A PRIMEIRA SE REFERE A AMAR A DEUS SOBRE TODAS AS COISAS, COM TODA SUA ALMA, COM TODA SUA FORÇA E COM TODO SEU ENTENDIMENTO. ESSE MANDAMENTO É ICONOCLASTA, POIS PROÍBE E CONDENA A IDOLATRIA, COLOCAR QUALQUER PESSOA OU COISA EM PRIMEIRO LUGAR, DEIXANDO O AMOR A DEUS. OU SEJA, A BÍBLIA APENAS CONDENA A IDOLATRIA. "FILHINHOS, FUGI DOS ÍDOLOS." DIZ O APÓSTOLO JOÃO.
- A SEGUNDA REFERE-SE AO SEGUNDO GRANDE MANDAMENTO, QUE É O AMOR AO PRÓXIMO, NÃO FAZER NADA QUE FIRA MEU SEMELHANTE. FAZER TUDO PARA O BEM DELE, EM DEUS. PAULO DIZ QUE QUEM AMA O PRÓXIMO CUMPRIU TODA A LEI.
NÃO EXISTE MAIS NENHUM MANDAMENTO, POIS DESSES DOIS MANDAMENTOS DEPENDEM A LEI E OS PROFETAS. POR QUE ACHAR PECADO ONDE DEUS MESMO NÃO ACHA?
CRISTO NOS RESGATOU DA MALDIÇÃO DA LEI, FAZENDO-SE MALDITO EM NOSSO LUGAR, PORQUE ELE NOS AMOU. É APENAS LER GÁLATAS, E LÁ ESTÁ ESCRITO QUE CRISTO NOS CHAMOU A LIBERDADE.
ISSO, MUITAS VEZES, FERE NOSSO ORGULHO. QUEREMOS NOS FAZER MERECEDORES, MAS AÍ NÃO SERIA MAIS UM FAVOR IMERECIDO (GRAÇA).
"Mas Deus prova o seu próprio amor para conosco pelo fato de Cristo ter morrido por nós quando ainda éramos pecadores." Romanos 5:8
QUALQUER COISA ALÉM DISSO É ACRÉSCIMO DESNECESSÁRIO.
11 de julho de 2020
Pregava o Reino de Deus, e, com toda a ousadia, ensinava as coisas referentes ao Senhor Jesus Cristo, sem impedimento algum. Atos 28:31
"As coisas referentes ao Senhor Jesus Cristo."
"Não façam nada por interesse pessoal ou vaidade, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo, não tendo em vista somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros." Filipenses 2:3,4
Devemos considerar como prioritário o interesse dos nossos irmãos em Cristo, porque o Senhor Jesus não agradou a si mesmo em sua obediência até a morte e morte de cruz. O apóstolo Paulo, ao continuar tratando do assunto, diz para termos o mesmo modo de pensar do Senhor Jesus, buscando os interesses dele, amando-o sobre todas as coisas, como nos diz o primeiro mandamento, e os interesses dos nossos irmãos no Senhor, amando ao nosso próximo como a nós mesmos.
"Porque não tenho ninguém com esse mesmo sentimento e que se preocupe tão sinceramente por vocês. Todos os outros buscam os seus próprios interesses e não os de Jesus Cristo. Quanto a Timóteo, vocês conhecem o seu caráter provado, pois serviu ao evangelho, junto comigo, como um filho trabalha ao lado do pai." Filipenses 2:20-22
O exemplo de João, o Batista, em buscar os interesses do SENHOR:
"O que tem a noiva é o noivo; o amigo do noivo que está presente e o escuta se alegra muito por causa da voz do noivo. Pois essa alegria já se cumpriu em mim. Convém que ele cresça e que eu diminua." João 3:29,30
'Não façam nada por interesse pessoal ou vaidade, mas por humildade, cada um considerando os outros superiores a si mesmo, não tendo em vista somente os seus próprios interesses, mas também os dos outros. Todos os outros buscam os seus próprios interesses e não os de Jesus Cristo. Porque não tenho ninguém com esse mesmo sentimento e que se preocupe tão sinceramente por vocês. Quanto a Timóteo, vocês conhecem o seu caráter provado, pois serviu ao evangelho, junto comigo, como um filho trabalha ao lado do pai. ' Filipenses 2:3-4,20-22 https://my.bible.com/bible/1840/PHP.2.3-4,20-22


